OBRAS
Manoel Affonso Ferreira Filho, nasceu em Campinas/SP em dezembro de 1913, onde morou e estudou no famoso "Culto à Ciência" até ingressar na Escola de Medicina da Praia Vermelha no Rio de Janeiro/RJ.
Foi em Campinas/SP que desenvolveu seu trabalho profissional e artístico, até seu falecimento em 26 de julho de 1988.
Principais Individuais:
1982 . Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna de São Paulo/SP;
1984 . Galeria Croqui de Campinas/SP;
1985 . Espaço Cultural Banco Europeu da América do Sul de Campinas/SP;
1986 . Galeria Campinas/SP;
1988 . Show Roon da Hunter Douglas em Campinas/SP.
Coletivas:
1979 . Expo Médicos Pintores no Centro de Convivência Cultural de Campinas;
1981 . Expo Médicos Pintores no Centro de Convivência Cultural de Campinas.
Maneco, simplesmente Maneco. Suas telas retratavam quase sempre temas bucólicos, tranqüilos e até mesmo românticos e líricos. São casarios, flores e marinhas, que ganham a simplicidade que o artista faz questão de manter.
"Procuro não mostrar o lado agressivo e dramático do mundo atual. Talvez seja até um pouco utópico, mas gosto dessa sensação do que está tão distante de nós". Argumentava Maneco em 1984.
Lembrado como o "pintor do passarinho", porque costumava desenhar um pássaro no verso de todas as suas obras; Maneco alegava que tudo começou com um hábito antigo, que se tornou marca registrada ou logotipo, como preferia definir.
"Desde a época em que estudava Medicina no Rio de Janeiro, tinha mania de ficar rabiscando "um passarinho" em meus papeis. E todos identificavam as minhas coisas pelo desenho. Era um sinete que decidi firmar quando me tornei pintor".
Somente aos 50 anos, o Médico Manoel Affonso Ferreira, descobriu que tinha uma vocação artística - "a pintura". Tornou-se então um pintor. Com o passar do tempo, seu gosto pelos quadros, foi aumentando, levando-o a uma dedicação maior à arte. Mas não precisou recorrer a nenhum professor para aprender a dominar as técnicas. Bastaram os livros.
Maneco tinha uma tendência ao impressionismo, dizia ele: "mania de quem não tem caligrafia perfeita...". Porém a coerência das cores e a composição equilibrada nas telas, são frutos de sua técnica, que conseguiu apurar através de muita leitura e prática.
Dizia Maneco: "Desde adolescente eu costumava rabiscar meus desenhos, mas nunca pensando em passá-los para a tela. Um dia, no entanto, descobri minha discreta vocação e passei a me dedicar aos livros de arte para ganhar a segurança necessária para pintar. Agora, acredito que me firmei como artista, mas nem por isso penso em dispensar a leitura. Pelo contrário, leio tudo".
Fonte Informação: Arquivo Dimas Garcia e de Thomas Perina.
Fonte Internet: Em breve









