OBRAS
Nasceu Jerônimo Noboru Ohnuma, é natural de Valinhos/SP no ano de 1946. Reside em Valinhos/SP, porém sua carreira artística desenvolveu-se totalmente em Campinas/SP.
Artista autodidata. Participou do Grupo Pesquisa em 1970/71, com exposições em Campinas e várias cidades da Região. Em 1976, atuou em Recife/PE, participando do movimento “Pernambucália”.
Sua longa carreira artística plástica começa em 1965, participando de uma Coletiva no Centro de Ciências, Letras e Artes de Campinas/SP. Hoje em seu currículo constam mais de uma centena de exposições, onde podemos destacar : 1966, I Salão de Arte Moderna da Juventude de São Paulo, realizada no Museu de Arte Contemporânea de Campinas/SP; 1970, III Concurso Estimulo do Conselho Estadual da Cultura, Secretaria da Cultura de São José do Rio Preto/SP; 1982, “Noite Espaço Aberto” no Museu de Arte Contemporâneo de Campinas/SP; 1983, Individual Galeria Aquarela de Campinas/SP; Espaço Cultural SENAC de Campinas/SP e dezenas de outras participações em eventos de artes plásticas.
Entre suas dezenas de premiações podemos destacar : Medalha de Ouro, I Salão de Arte de Valinhos/SP; Medalha de Ouro, II Salão Expo Rigesa em Valinhos/SP; Menção Honrosa, III Concurso Estimulo do Conselho Estadual da Cultura, Secretaria da Cultura de São José do Rio Preto/SP; Menção Honrosa, Salão Galeria de Novos Artistas de Campinas/SP.
Noboru Ohnuma é um artista plástico descendente de japonesa, fazia seu trabalho inconscientemente influenciado por seus ancestrais. Em 1987 viajou para o Japão e quando retornou, a marca oriental estava definitivamente impregnada em suas telas. A principal característica da obra de Noboru, hoje vem da assimilação do “kanji”, um ideograma, ou seja, um desenho com um significado, técnica importada da China há 2.500 anos e integrada à cultura japonesa com devida releitura.
“A influência japonesa na minha obra era intuitiva no gestual e nas cores fortes”, afirma Noboru. A viagem ao Japão o levou a mergulhar nas raízes da cultura de seus pais a ponto de Noboru começar a estudar o idioma. O estudo, garante, “permitiu aprofundar no conhecimento da história e da literatura do Japão” que, consequentemente, serviu de base para o desenvolvimento da sua pintura.
Fonte Informação: Arquivo Dimas Garcia.
Fonte Internet: Não disponível.





