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Avelino Aro (1960)

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OBRAS

AVELINO ARO é o nome artístico de AVELINO RODRIGUES DE OLIVEIRA, natural de São Paulo/SP, nascido em 13 de setembro de 1937. É Professor Titular de Bioquímica (Aposentado) do Departamento de Bioquímica - Instituto de Biologia, da Universidade Estadual de Campinas/SP.

UNICAMP. Formou-se em Agronomia na Escola Nacional de Agronomia - ENA da Universidade Rural do Brasil em 1960.

Convidado pelo Dr. Álvaro Santos Costa, ingressou na Seção de Virologia do Instituto Agronômico de Campinas/SP - IAC em dezembro de 1960.

Organizou e coordenou as pesquisas do Laboratório de Serologia Aplicada ao Estudo de Vírus de Plantas. Trabalhou no IAC até 1970 quando, por indicação do Prof.

Dr. Quivo S. Tahin foi convidado pelo Prof. Dr. Aldo Focesi Júnior para integrar e colaborar na implantação do Departamento de Bioquímica do Instituto de Biologia da UNICAMP.

AVELINO, com o objetivo de avançar no estudo e pesquisa dos vírus das plantas, procurou sempre manter contato com pesquisadores dos melhores centros de pesquisa da Europa e dos Estados Unidos. Em 1965 trabalhou como Pesquisador Visitante no Laboratório de Virologia da Universidade de Wageningen - Holanda.

Em 1972 trabalhou, como Professor Visitante, no Departamento de Botânica da Rutgers State University em New Jersey - USA. Em 1978 trabalhou, como Professor Visitante, no Departamento de Patologia Vegetal da Universidade da Califórnia em Riverside - USA.

No período de 1988 a 1990 trabalhou como Professor Visitante, no Departamento de Virologia da Estação Agronômica Nacional - EAN em Oeiras - Portugal, onde, juntamente com o Prof. Dr.

Oscar Amaro de Sequeira, coordenou um projeto para implantação de Intercâmbio Brasil-Portugal para Professores, Pesquisadores e Estudantes de Biologia e Ciências Agrárias. Durante todos os períodos em que trabalhou fora do Brasil, Avelino teve a oportunidade de visitar Museus e Galerias de Arte que, evidentemente, ajudaram na sua formação e compreensão do extraordinário mundo das artes plásticas.

Avelino afirma que, desde menino, seu interesse pelo desenho foi sempre muito grande. Lembra que seus cadernos, desde o curso primário, estavam sempre lotados de rabiscos... Lembra que, na infância, teve o grande incentivo de sua avó materna, D. Carmem Tramonti.

No Colégio Liceu Pausteur, de São Paulo/SP, onde cursou o ginásio e o científico (1949 a 1955) teve o incentivo do Professor Jacques Duchez que, nas aulas de francês, sempre destacava a importância das artes na formação do ser humano. Foi com o Prof. Duchez que Avelino aprendeu a visitar a Livraria Francesa, que ficava nos arredores da Rua Barão de Itapetininga, em São Paulo, Capital. Lá, diz ele, ficava hora folheando os belíssimos livros de arte. A partir de 1954, quando cursava o segundo ano do curso científico, começou a conversar com sua colega Edwige.

Deste período, diz Avelino, até hoje tenho tido o grande apoio, incentivo, dedicação e amor da minha "Edwiginha". Em maio de 1963, nasceu seu único filho, Avelino Júnior que, desde muito cedo, começou a desenhar... Em 1970 Avelino lança-se ao complicado mundo das Artes Plásticas! Participa da "I Feira de Fotografia e Artes Plásticas da Faculdade de Medicina da UNICAMP", uma exposição realizada no Centro de Convivência Culturas de Campinas, SP. Individuais: 1995.

"Duas Tardes Coloridas", Espaço Oficina Atelier Campinas/SP. 1996. "Entre Cores e Formas", Espaço Oficina Atelier Campinas/SP. 1998.

"Lembrando Cascais", Espaço Oficina Atelier Campinas/SP. 1999 "O Quadrinho do Século", Espaço Oficina Atelier Campinas/SP. 2000.

 "Século XX - Um Útimo Olhar", Espaço Oficina Atelier Campinas/SP. 2001. "Casarios, Flores e Marinhas", Cen. Ciên. Letras e Artes, Campinas/SP. 2001.

"Individual ARO", Espaço Artístico Reitoria UNICAMP, Campinas,SP. 2002. "Recordações", Espaço Oficina Atelier Campinas/SP. 2007. "Casarios, Flores e Paisagens, Espaço Evolukit Campinas/SP.

Coletivas e Salões: 1970. "I Feira Fotografia e Artes Plásticas, Faculdade de Medicina UNICAMP, no Centro de Convivência Cultural de Campinas/SP. 1974.

"Professores Pintores", Galeria UNICAMP, Campinas/SP. 1974. "Pintores Amadores", Conservatório Carlos Gomes, Campinas/SP. 1996. "V SindCon-Arte", "III Salão Nacional de Arte Contemporânea, Centro de Convivênia Cultural, Campinas/ SP. 1996.

"IX Mostra Artes Plásticas de Barão Geraldo, Campinas/ SP. 1996. "Feira de Natal", Galeria Croqui, Campinas/ SP. 1997. "Compondo e Decompondo", Galeria Tilli Center de Barão Geraldo, Campinas/SP. 1998. "VII SindCon-Arte", "IV Salão Nacional de Arte Contemporânea", Centro de Convivência Cultural, Campinas/SP. 1998.

"I Salão de Artes Plásticas Conde de Pinhal, São Carlos/SP. 2000. "IX SindCon-Arte", "V Salão Nacional de Arte Contemporânea, Centro de Convivência Cultural,Campinas/SP. 2000. "Feira de Natal", Galeria Croqui, Campinas/SP. 2002.

"XI SindCon-Arte, "VI Salão Nacional de Arte Contemporânea", Salão Nobre do Sindicato dos Contabilistas de Campinas/SP. Para falar sobre Avelino ARO, nada melhor que sua crítica e admiradora maior "Edwinge Isolina Maria Rodrigues de Oliveira".

É dela esta rápida, sincera e verdadeira biografia histórica: "De coração..." Há uma pergunta sempre presente - Avelino, quando você começou a desenhar? E a pintar? Avelino olha, pensa, passa a mão pela barba e responde invariavelmente: - Sempre... Diz que não de recorda de viver sem rabiscar... Os papéis eram poucos, por vezes, improvisados.

Os lápis, pequenos. Borrachas? Miolos de pão amassados! Mas... Tudo era uma festa para ele. Riscos e rabiscos alegravam todos... Ontem e hoje. E não será essa uma faz funções da arte? Declarou-se apaixonado por mim com um desenho num álbum antigo que ainda guardo. Todos o classificavam como moderno.

Era a década de 50. Sempre deu muitos papéis ao nosso único filho, estimulando-o a desenhar.

Temos 15 álbuns dessa coleção. Gosta de incentivar as crianças a desenhar. É mais uma coleção. E todas gostam, se alegram e algumas se iluminam!. Desde sempre, as paredes da nossa casa cobriram-se com as cores nascidas dos pincéis do Avelino.

Depois outras paredes também: primeiro as familiares, depois os amigos, depois os amigos dos familiares e os amigos dos amigos. E assim, o colorido vibrante das pinturas do Avelino coloriu outras paredes e alegrou outras almas... E hoje, algumas dessas pinturas aqui estão.

Espero que essa aventura colorida possa continuar. .. (a) Edwige.

Fonte de informação: Os guardados de Dna Edwige... Esposa do Avelino.

Fonte na Internet: Em breve