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Home De 1970 à 1979 Hélio Lete: (1978)

Hélio Lete: (1978)

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Nasceu em 1951 em Apucarana/PR. Mudou-se para Campinas/SP em 1976, então com 25 anos. Damos como data inicial de sua carreira artística em Campinas/SP, 1978, quando realiza uma Exposição Individual no Centro de Ciências Letras e Artes de Campinas/SP.

Porém no Paraná já tinha recebido orientação artística, em gravura de Fernando Calderari "famoso gravurista brasileiro"; de "monotipia" de Wilson Cavalcanti em Porto Alegre/RS; de pintura de Francisco Biojone, já em Campinas/SP. Ainda, quando morava no Paraná, participou dos seguintes Salões Oficiais : Apucarana (Prêmio Aquisição), Londrina (Menção Honrosa), Jacarezinho (Prêmio Aquisitivo), Jandaia do Sul (Menção Honrosa), Foz de Iguaçu (Prêmio Aquisitivo), Curitiba (Menção Honrosa), todas cidades do Paraná.

Já no Estado de São Paulo, participou dos seguintes Salões Oficiais : Ribeirão Preto (Prêmio Aquisitivo), Limeira (Medalha de Bronze), Araras (Medalha de Prata), Sorocaba (Medalha de Ouro), Rio Claro (Medalha de Ouro), sem premiação, só participação, em Santos, Santo André, São Caetano do Sul, São Paulo (Capital) e Itu, todas cidades paulistas. Participou ainda do Salão Oficial de Belo Horizonte/MG e Salão Oficial de Niterói/RJ.

Em 1978 e 1979, em ambos os dois anos seguidamente, recebe o Prêmio Internacional de Desenho Juan Miro, Barcelana, Espanha. Participa da Exposição Imagens e Mensagens da América Latina, em Paris, França.

Participou de Exposições Coletivas de Arte Postal em Austrália, Itália, Portugal, EUA, França e outros paises. Participou como Artista Convidado dos Salões Oficiais de Ponta Grossa/PR e Jundiaí/SP.

Não sabemos precisar a data que se mudou de Campinas/SP, porém Hélio Lete, pelo que fez e representou para as artes plásticas de Campinas/SP, merece estar neste " site", ou melhor, é para nós uma honra tê-lo neste "site". Do critico de arte Vicente de Percia, mereceu os seguintes comentários : "Hélio Lete é um artista que considera como tarefa do artista expor para o público, demonstrar suas necessidades, relatar o conviver em toda extensão, conduzir com o trabalho os conflitos da vida, não como elemento inarticulado, mas no todo tocado, uma experiência humana, "unir o pessoal ao universo".

Hélio Lete deixa escapar suas energias, aborda psicologicamente o espaço, o tempo, evidenciando o clímax. Mostra o seu posicionamento nos gestos, na escolha das cores, no encaminhar simples, mas que "alerta"."

Fonte Informação: Arquivo Dimas Garcia.

Fonte Internet: Não Disponível.