Cristina Roese, artista já consagrada pelos críticos e pelo mercado de arte, participava do “Projeto Esculturas e Escultores”, desenvolvido pelo “Gabinete de Arte Thébis Cury”. Com o sucesso do Projeto a “Marchand Thébis Cury”, entusiasmou Cristina Roese para abrir um espaço para modelagem em argila e esculturas em pedra, inicialmente usando o próprio espaço do ateliê. O sucesso veio rápido e o espaço tornou-se pequeno, havendo necessidade de se tomar novos rumos.
Assim sendo em 1990 foi criado o “Ateliê e Arte Cristina Roese”, para suprir a falta de um espaço adequado onde os artistas pudessem desenvolver tendências e linguagens próprias em esculturas. Em pouco tempo seus participantes passaram a expor em Salões e Galerias de todo o Brasil. Criou-se assim a necessidade de fundar um espaço de exposições permanentes, além de um local que abrigasse palestras, debates e outros eventos culturais.
Em 1955 foi inaugurada a “Galeria e Arte Cristina Roese”, a primeira galeria de esculturas de Campinas/SP e Região. Redimensionando o fazer e o pensar escultórico. Segundo depoimento de Leya Terranova, “há nove anos faço parte deste grupo; nós não somos mais alunos, mas artistas em contante diálogo; o reconhecimento é o resultado desta união”.
Prova desta união e difusão é que a “Galeria Arte e Ofício de Setúbal, Portugal”, convidou Cristina Roese e seu grupo de artistas para exporem em Setúbal, Portugal; esta exposição tem se tornado um marco do sucesso do trabalho do “grupo de escultores amigos”.
Fonte Informação: Arquivo Dimas Garcia.
Fonte Internet: Não disponível.



