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Lalau Mayrink: (1992)

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Nasceu em Ponte Nova/MG em Campinas desde 1981. PhD em Lingüística pela State University of New York at Buffalo. Foi docente do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas onde desenvolveu pesquisas sobre o processo de aquisição da escrita, com publicações a respeito.

Iniciou sua formação em Artes Visuais em 1992, tendo recebido orientação dos artistas Sílvia Matos, Afrânio Montemurro, Carlos Fajardo e, Albano Afonso. Participa do grupo Antropoantro desde sua criação. Participa de exposições e projetos coletivos a partir de 1993.

Seu trabalho tem priorizado grafismos e desenho bem como a fragmentação de imagens obtidas via fotografia, a reconstrução, via colagem, e a repetição de padrões obtidos, incorporando, ainda, indícios da passagem do tempo e desenhos não figurativos superpostos.

Exposições:
Em 2007: Segundo Olívia Niemeyer, nesta exposição ela apresenta "Mafagafos ao Cubo". Pequenos retângulos de papel desenhados cuidadosamente com caneta esferográfica, alternando vermelho, azul e preto. Insetos e animais estranhos, imagens sem referentes, frases indecifráveis e pequenas esferas compõem um universo agrupado sem rigor obsessivo, figuras insólitas costuradas pelo vermelho vivo que aparece nos entremeios.

Em 2006: Grupo Antropoantro (Trabalho Coletivo). Uma escultura que não deu certo.  Circulação: Centro de Convivência Cultural e MACC. A bola da vez... Espaço Sylvia Ferro.

Eem 2005: Uma escultura que não deu certo. Circulação: Vários Locais em Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto.

Em 2004: Entre (Site-Specific).  Sílvia Matos Ateliê de Criatividade. Campinas. Coletivas (Trabalhos Individuais): Encáustica Sílvia Matos Ateliê de Criatividade.

Em 2003: Kairós. Unicamp - IMECC. Desenhos, Sílvia Matos Ateliê de Criatividade.

Em 2002: Kairós. Casa do Povoador. Piracicaba/SP. Espaço Cultural Faculdades Tancredo Neves - São Paulo/SP.

Partindo de um processo de aparente simplicidade - "ócio criativo" poderíamos pensar - Lalau Mayrink explora a força da acumulação de mais de 2000 desenhos.

É impossível nos contentarmos com uma contemplação passiva, é preciso entrar no jogo, deixar o olhar correr levemente sobre os papéis, aproximar-se ao acaso, explorar detalhes, investir na criação de significados com elementos dispares: um estado de espírito. A leveza dos desenhos é reforçada pelo ritmo instável criado pela sucessão de espaços vazios e cheia.

Inesperadamente, apesar do trabalho de Lalu se inserir vigorosamente na contemporaneidade, podem vir à memória as galerias e os museus de antigamente, onde as obras cobriam as paredes de alto a baixo, bem antes da invenção do "cubo branco!, conceito que motiva essa exposição do Grupo Antropoantro.

Fonte Informação: Em breve

Fonte Internet: Em breve