Depois de complementar carreira exemplar na universidade como matemática e criar três filhos, Maria Alice Grou optou pela arte em 2001. Nascida há 58 anos (1949), em Igarapava/SP, aposentou-se e passou a trabalhar com fotografia e manipular a imagem.
Adquiriu a primeira câmera digital este ano (2007) e está montando laboratório em casa. A base teórica, conta, desenvolveu nas aulas sobre arte contemporânea com Carlos Fajardo, em encontros no Ateliê de Silva Matos.
"No começo, meus filhos não gostaram da idéia de a mãe, uma Doutora em Matemática, resolver ser artista de repente". Revela... Mas Alice não sente saudades da antiga profissão.
"Precisei de muita humildade para perder aquela personalidade de professora e começar de novo, do zero". Um dia, liguei para o Ateliê de Fábio Fantazini e perguntei: "Você aceita uma aluna totalmente analfabeta em fotografia?". Hoje, apesar de desenvolver trabalho conceitualmente maduro, com exposições em Campinas e São Paulo, Alice também sente preconceito em relação à idade.
"Com raras exceções, as pessoas que "dão as cartas" no mercadode arte não levam muito a sério alguém que começou na arte contemporânea com mais de 50 anos". Este ano, uma conquista: Vendeu pela primeira vez uma obra sua, uma Série de fotografias expostas no Campinas Décor.
"Se eu tiver a mesma longevidade do meu pai, que tem 87 anos, garanto que tenho mais uns 30 anos de arte pela frente". Segundo Maria Alice o acirrado circuito das artes no Brasil, nem sempre entende, que a artista de meia idade ou idade, ainda não consagrada, não precisa desistir do sonho de constituir família e dedicar-se á família, para ser uma respeitável artista plástica com um trabalho série e respeitável.
A falta de retorno ou respostas evasivas de "galeristas" e curadores aos pedidos de exposição ou a análise de "portfólio", muitas vezes se deve ao preconceito latente em relação à mulher mais madura e que também prioriza o lado afetivo familiar. Mesmo assim estas artistas "dão uma banana" para tal procedimento.
Depois de complementar carreira exemplar na universidade como matemática e criar três filhos, Maria Alice Grou optou pela arte em 2001. Nascida há 58 anos (1949), em Igarapava/SP, aposentou-se e passou a trabalhar com fotografia e manipular a imagem.
Adquiriu a primeira câmera digital este ano (2007) e está montando laboratório em casa. A base teórica, conta, desenvolveu nas aulas sobre arte contemporânea com Carlos Fajardo, em encontros no Ateliê de Silva Matos.
"No começo, meus filhos não gostaram da idéia de a mãe, uma Doutora em Matemática, resolver ser artista de repente". Revela... Mas Alice não sente saudades da antiga profissão.
"Precisei de muita humildade para perder aquela personalidade de professora e começar de novo, do zero". Um dia, liguei para o Ateliê de Fábio Fantazini e perguntei: "Você aceita uma aluna totalmente analfabeta em fotografia?".
Hoje, apesar de desenvolver trabalho conceitualmente maduro, com exposições em Campinas e São Paulo, Alice também sente preconceito em relação à idade. "Com raras exceções, as pessoas que "dão as cartas" no mercadode arte não levam muito a sério alguém que começou na arte contemporânea com mais de 50 anos".
Este ano, uma conquista: Vendeu pela primeira vez uma obra sua, uma Série de fotografias expostas no Campinas Décor. "Se eu tiver a mesma longevidade do meu pai, que tem 87 anos, garanto que tenho mais uns 30 anos de arte pela frente".
Segundo Maria Alice o acirrado circuito das artes no Brasil, nem sempre entende, que a artista de meia idade ou idade, ainda não consagrada, não precisa desistir do sonho de constituir família e dedicar-se á família, para ser uma respeitável artista plástica com um trabalho série e respeitável. A falta de retorno ou respostas evasivas de "galeristas" e curadores aos pedidos de exposição ou a análise de "portfólio", muitas vezes se deve ao preconceito latente em relação à mulher mais madura e que também prioriza o lado afetivo familiar. Mesmo assim estas artistas "dão uma banana" para tal procedimento.
Fonte de informação: Arquivo Particular Dimas Garcia. Internet.
Fonte na Internet: www.hallbrasil.com.br / www.unicamp.br / www.canalcontemporaneo.art.br



