OBRAS
Graduada em Letras pela PUC/Campinas. Pintura na Escola de Belas Artes do Paraná, Curitiba. Desenho e pintura com Alberto Teixeira, Objeto e Instalação com Nazareth Pacheco.
De 2000 a 2004, seminários com Carlos Fajardo. Em 2005, oficinas com coletivo Contra-Filé e Daniel Lima, Luciana Costa e Túlio Tavares. Em 2006, orientação de Albano Afonso.
Exposições:
Em 2007: Agora na Exposição Cubo Branco, segundo apresentação de Lalau Mairynk, Inês Fernadez, propõem a fragilidade do "Inviolável...". Uma cortina de correntes impede a entrada num espaço vazio onde brilha, em néon, a palavra "Inviolável...".
Em 2006: Intervenção Urbana "Confronto", na Praça Arautos da Paz, Campinas.
Em 2005: Diálogos: TV Engole Tudo, Grupo da CPFL, Campinas. Performance: Condomínio, no Centro de Convivência, Campinas. Ação Urbana Atividade Descontrolada, Inatividade Controlada. No centro de Campinas. Instalação fotográfica Guaritas, no Espaço Cultural da CPFL/Campinas. Ação urbana, do grupo Antropoantro."Uma escultura que não deu certo" No EIA no Jardim da Luz - São Paulo/SP. No Centro Cultural Tomie Othake. No Salão de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto. No UPA, Universidade de Portas Abertas, Unicamp. No MACC e no Centro de Convivência Cultural, Campinas, entre outras.
Em 2004: Site Specific Entre, do Grupo Antropoantro, Ateliê Silvia Matos, Campinas.
Em 2001: 58º Salão Paranaense MAC Paraná, Curitiba. Mapa Cultural Paulista.
Em 2001/2002: Fase Regional, Fotografia, Campo Limpo Paulista, SP.
Em 2000: 7º Salão Nacional Vitor Meirelles, Florianópolis. Edital 2000, MAC Campinas. Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional e Contemporânea, Ribeirão Preto, SP.
A branda interdição detém os adultos que, obedientes, apreciam da porta as paredes pintadas e o letreiro que apenas avisa, no seu branco de luz, sem ameaçar.
O tapete convida os pés e reflete a sombra das correntes. Violar o inviolável, só mesmo a primeira criança que, num rompante, afasta as correntes de plástico - antes tão pesadas no seu marrom escuro de ferro fingido - e entra no recinto abrindo caminho aos adultos.
A irreverência da criança dá o exemplo. O "inviolável" retoma o conceito de "controle" - tão caro à sociedade atual, com a qual Inês Fernandez vem trabalhando desde 2000, com a série de fotografias Guaritas.
Em seguida vieram Condomínio, Confronto, Descontrole (Trabalho de 2006, apresentado em Antropoantro no Casarão), entre outros.
A questão do controle, desta vez a determinação de que algo é inviolável, é novamente posta em xeque. Quem determina a inviolabilidade?
Fonte informação: Arquivo Particular de Dimas Garcia. Catálogos de mostras do Grupo. Texto fornecido pelo Grupo.
Fonte Internet: Em breve









